Maçã Perfeita


Não sou aquela maçã perfeita lá no topo da árvore, tive quedas na vida, que já me machucaram bastante...
Já fui mordida quando não merecia, já tive que amadurecer muito rápido, já tive pragas em minha vida, já fui apanhada de surpresa por mãos ruins...Já caí em galhos podres...
A pesar de ter tido estações ruins, de ter vivido tempos difíceis, de ter enfrentado dias secos e de ter suportado muitos tombos...

Eu não apodreci! Muito pelo ao contrário!
Criei defesas em mim...
Aprendi que estar no topo não é exatamente o mais sensato...
Ter plantado novas sementes em mim e ter aprendido a colher novos frutos na vida, me ensinaram muito mais...Porque agora eu posso optar em colher e não esperar ser colhida.

Para muitos o topo é mais importante, mas para mim, as raízes são mais fortes, porque foi com pés no chão, que eu aprendi a escolher melhor os meus frutos.



Post de:

via Facebbok

CORRER RISCOS

 
Rir é correr risco de parecer tolo.
Chorar é correr o risco de parecer sentimental.
Estender a mão é correr o risco de se envolver.
Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.
Defender seus sonhos
e idéias diante da multidão é correr o risco de perder as pessoas.
Amar
é correr o risco de não ser correspondido.
Viver
é correr o risco de morrer.
Confiar
é correr o risco de se decepcionar.
Tentar
é correr o risco de fracassar.
Mas os riscos devem ser corridos, porque o
maior perigo é não arriscar nada.
Há pessoas que não correm nenhum risco,
não fazem nada, não têm nada e não são nada.
Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas elas não conseguem nada, não sentem nada,
não mudam, não crescem, não amam, não vivem.
Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas,
privam-se de sua liberdade.

Somente a pessoa que corre riscos é livre!


(Seneca)

Gentileza & Compreensão... andam juntas.

A Doação primordial com o outro não se mantém somente de gentilezas, equivale-se também de compreensão.

Todos nós passamos por situações difíceis, de solidão, carência, então sejamos leves e compreensíveis, monidos do bom senso amigo.

Casadinho


Ingredientes:

Brigadeiro preto

  • Uma colher de margarina
  • Três colheres de achocolatado em pó
  • 1 lata de leite condensado

Brigadeiro branco

  • Uma colher de margarina
  • 1 lata de leite condensado

Decoração

  • Acúçar

Modo de Preparo:
Para preparar o brigadeiro preto é só colocar todos os ingredientes na panela e esperar borbulhar. Fazer o mesmo processo para o brigadeiro branco. Logo após resfriar, pegue uma pequena porção de cada brigadeiro, enrole e depois passe no acúçar.


ENVIADA POR

http://www.receitas.com/casadinho-4e90833ca66eee180d0015c4

As vezes é preciso dizer "não"... quiçá uma evolução..

Por mais disciplinada e responsável que eu seja,
aprendi duas coisinhas que operam milagres.
Primeiro: a dizer 'NÃO'.
Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer 'NÃO'.


-Martha Medeiros-

Parque Zoológico - SP *Em 2012 novos bichinhos... um vídeo especial!

ôÔ Tristeza!

“Tristeza é quando chove
quando está calor demais
quando o corpo dói
e os olhos pesam
tristeza é quando se dorme pouco
quando a voz sai fraca
quando as palavras cessam
e o corpo desobedece
tristeza é quando não se acha graça
quando não se sente fome
quando qualquer bobagem
nos faz chorar
tristeza é quando parece
que não vai acabar”

Martha Medeiros

O contrário do Amor


O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco, isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.

O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro.

Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor.

Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bung-jump, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada.

Uma criança nunca experimentou essa sensação: ou ela é muito amada, ou criticada pelo que apronta. Uma criança está sempre em uma das pontas da gangorra, adoração ou queixas, mas nunca é ignorada. Só bem mais tarde, quando necessitar de uma atenção que não seja materna ou paterna, é que descobrirá que o amor e o ódio habitam o mesmo universo, enquanto que a indiferença é um exílio no deserto.

Martha Medeiros

A beleza das cavernas subterrâneas

MYSTERY FALLS: A cerca de 85 metros do chão, o explorador Kent Ballew se aproxima do topo da cachoeira de Mystery Falls, no Estado americano do Tennessee.
Fotos revelam beleza das cavernas subterrâneas (STEPHEN ALVAREZ / NATIONAL GEOGRAPHIC STOCK / CATERS NEWS)

SOBRENATURAL: Um estudioso de cavernas desce as profundezas de Majlis al Jin, no Omã, iluminado por um raio de luz que confere à foto um tom sobrenatural.
Fotos revelam beleza das cavernas subterrâneas (STEPHEN ALVAREZ / NATIONAL GEOGRAPHIC STOCK / CATERS NEWS)

GIGANTE: Dentro da caverna de Kabal, que faz parte do sistema Chiquibil, em Belize, os exploradores parecem bonecos em miniatura.
Fotos revelam beleza das cavernas subterrâneas (STEPHEN ALVAREZ / NATIONAL GEOGRAPHIC STOCK / CATERS NEWS)


IMENSIDÃO: A imensidão da formação natural também se expressa nesta caverna de rocha calcária, Rumble Room, em Rumbling Falls, Tennessee.
Fotos revelam beleza das cavernas subterrâneas (STEPHEN ALVAREZ / NATIONAL GEOGRAPHIC STOCK / CATERS NEWS)


DESAFIOS: Para realizar seus estudos, os exploradores precisam vencer desafios como os rios subterrâneos, tais e quais este que corre na entrada da caverna de Ora, em Papua Nova Guiné.
Fotos revelam beleza das cavernas subterrâneas (STEPHEN ALVAREZ / NATIONAL GEOGRAPHIC STOCK / CATERS NEWS)

TRABALHO DURO: A caverna fica atrás da cachoeira de Ora, que os exploradores também precisam vencer para chegar ao seu destino.
Fotos revelam beleza das cavernas subterrâneas (STEPHEN ALVAREZ / NATIONAL GEOGRAPHIC STOCK / CATERS NEWS)

EM FILA: Exploradores descem em fila, pela mesma corda, as dezenas de metros de Mystery Falls, no Tennessee.
Fotos revelam beleza das cavernas subterrâneas (STEPHEN ALVAREZ / NATIONAL GEOGRAPHIC STOCK / CATERS NEWS)

ESPLENDOR: O interior da caverna de Las Golondrinas, em San Luís de Potosí, no centro do México.
Fotos revelam beleza das cavernas subterrâneas (STEPHEN ALVAREZ / NATIONAL GEOGRAPHIC STOCK / CATERS NEWS)

CÉU E TERRA: O local é batizado em homenagem aos pássaros que aí vivem. 'Golondrina' significa andorinhas.
Fotos revelam beleza das cavernas subterrâneas (STEPHEN ALVAREZ / NATIONAL GEOGRAPHIC STOCK / CATERS NEWS)

CONQUISTA: Para os aventureiros, vencer as adversidades da natureza e explorar o mundo subterrâneo das cavernas abaixo da superfície oferece um grande sentimento de satisfação e recompensa.
Fotos revelam beleza das cavernas subterrâneas (STEPHEN ALVAREZ / NATIONAL GEOGRAPHIC STOCK / CATERS NEWS)

Adeus (Libras) - Quintal da Cultura


Ludovico faz as malas, despede-se do quintal e diz adeus utilizando-se da Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS). 

*12/08/2011

5 motivos para andar de bicicleta com o seu filho

Nada melhor que dar umas boas pedaladas, com o vento no rosto e o friozinho na barriga causado pela sensação de liberdade. Essa é a dica da semana. Seu filho certamente vai adorar!  São Paulo possui parques com pistas apropriadas como, por exemplo, o Parque das Bicicletas, localizado na Alameda Iraé, 35, esquina com a Avenida Indianópolis, o Parque do Ibirapuera, que fica na Avenida República do Líbano, e o Parque Villa-Lobos, na região do Alto dos Pinheiros.
Andar de bicicleta é uma boa dica por que:
1°) É uma atividade física;
2°) Além de se exercitar, a criança se diverte;
3°) Ajuda no combate ao stress;
4°) A sensação de liberdade é certa;
5°) É um incentivo a mais para levar a criança para mais perto da natureza.

O cheiro de Deus

 
Tem gente que tem cheiro de colo de Deus. 
De banho de mar quando a água é quente e o céu é azul. 


Ao lado delas, a gente sabe que os anjos existem e que alguns são invisíveis. 
Ao lado delas, a gente se sente chegando em casa e trocando o salto pelo chinelo. 


Sonhando a maior tolice do mundo com o gozo de quem não liga pra isso. 


Tem gente que tem cheiro das estrelas que Deus acendeu no céu e daquelas que conseguimos acender na Terra. 


Ao lado delas, a gente não acha que o amor é possível, a gente tem certeza. 
Ao lado delas, a gente se sente visitando um lugar feito de alegria. 


Recebendo um buquê de carinhos. 
Abraçando um filhote de urso panda.
Tocando com os olhos os olhos da paz. 


Ao lado delas, saboreamos a delícia do toque suave que sua presença sopra no nosso coração.


Tem gente que tem cheiro de cafuné sem pressa. 


Do brinquedo que a gente não largava. 
Do acalanto que o silêncio canta. De passeio no jardim. 


Ao lado delas, a gente percebe que a sensualidade é um perfume que vem de dentro e que a atração que realmente nos move não passa só pelo corpo. 
Corre em outras veias. 
Pulsa em outro lugar. 


Ao lado delas, a gente lembra que no instante em que rimos Deus está conosco, juntinho ao nosso lado. 
E a gente ri grande que nem menino arteiro. 
Tem gente como você que nem percebe como tem a alma perfumada! 
E que esse perfume é dom de Deus.


Ana Jacomo

10 Razões para dormir perto dos seus filhos

Por Jan Hunt, Psicóloga Diretora do “The Natural Child Project”
Escrito por Fabiana Cainé - Publicado em 26/01/2012 


 
1. Uma família que dorme unida tem vantagem na facilidade com que o bebé pode ser amamentado, pois não é necessário ir buscá-lo a outro quarto para mamar. Uma mãe que amamenta numa “cama familiar” pode alimentar o seu filho facilmente, sem estar totalmente desperta e assim não deixa de obter o repouso de que necessita. Assim, dormir em família incentiva as mães a prolongarem a amamentação e todos os seus inúmeros benefícios por mais tempo.

2. As falhas respiratórias são relativamente comuns nos primeiros meses de vida e se não forem evitadas ou socorridas podem degenerar em “síndrome de morte súbita infantil” (SMSI). Pesquisas recentes sugerem que dormir acompanhado pode ajudar a evitar essa triste ocorrência de duas maneiras. Primeiro, as pequisas mostraram que a respiração da mãe serve de compasso ao bebé, que, inconscientemente segue o mesmo padrão respiratório, evitando assim a ocorrência da SMSI(1). Segundo, mesmo que esse sistema falhe, a mãe está próxima para ajudar, acordando a criança. Uma mãe que amamenta tem ciclos de sono e sonhos coordenados com os do seu filho, o que a torna altamente sensível ao bebé. Se estiverem a dormir próximos, ela acorda automaticamente se houver uma falha respiratória mais longa. Mas se o bebé estiver sozinho, esta intervenção não será possível.

3. No geral considera-se a asfixia como um risco de se dormir em família. Mas esse risco só existe em duas situações: um bebé que dorme num colchão de água, que o impede de se erguer quando necessário, e pais muito intoxicados com álcool ou drogas para atender a criança. É evidente que uma criança que sufoque por qualquer motivo (uma fita do pijama que se enrole no pescoço, vômitos durante o sono ou crises de asma) tem muito mais facilidade em acordar os seus pais se estiver a dormir perto deles do que se estiver a dormir noutro quarto.

4. Qualquer perigo noturno é reduzido, se a criança tiver um adulto próximo. As crianças e os bebés morrem em incêncios, sofrem de abuso sexual por parte de familiares, caem da cama, são atacados por animais de estimação, sufocam com o vómito e podem ser feridos ou morrer de várias maneiras que poderiam ser evitadas por um pai ou uma mãe próximos.

5. No geral existe a impressão errada de que dormir em família facilita o abuso sexual da criança por um dos pais. Mas a verdade é o oposto. É bem menos provável que os pais que criam profundos laços afetivos com seus filhos permanecendo próximos e disponíveis tanto de noite como de dia, tenham atitudes agressivas de qualquer tipo contra as crianças que eles amam e cuidam. Por outro lado o facto de uma criança dormir sozinha jamais foi uma boa proteção contra um pai ou uma mãe com intenção de abusar sexualmente, e pode mesmo facilitar a manutenção do segredo de um dos pais.

6.O sono em conjunto também pode evitar a angústia da criança ajudando toda a família a obter o repouso necessário, principalmente quando a criança está sendo amamentada. A criança não precisa sofrer desnecessariamente nem chorar para chamar a sua mãe, e a mãe pode amamentar semi-desperta. Toda a família acorda descansada, sem os ressentimentos das noites perturbadas pelo choro do bebé. É mais fácil um pai ou uma mãe exaustos agredirem o filho do que se estiverem descansados e tiverem compartilhado o sono tranquilo da criança durante toda a noite.

7. O choro é um sinal que a natureza inventou para alertar os pais, de modo a que as necessidades da criança sejam atendidas. Mas o choro prolongado cria tensão a toda a família. Quanto mais depressa as necessidades do bebé forem atendidas, mais tempo a criança e toda a família poderão repousar, e mais energia terão no dia seguinte. Uma mãe que dorme junto do seu bebé pode utilizar as reações instintivas que uma mãe tem ao primeiro soluço do seu filho, e com isso evitar a necessidade de choro forte que é tão desconfortável para o bebé quanto para os outros membros da família.

8. Um sentimento profundo de amor e confiança costuma desenvolver-se entre irmãos que dormem próximos, diminuindo a rivalidade entre os irmãos durante o dia. Irmãos que compartilham tanto a noite quanto o dia têm mais oportunidade de construir um relacionamento profundo e duradouro. Bebés e crianças que são separados de outros membros da família durante o dia (pais que trabalham, irmãos que vão à escola) podem se redimir parcialmente dessas ausências e restabelecer vínculos emocionais importantes passando a noite juntos, além do agradável início de manhã em família que em geral não seria aproveitado noutra situação.

9. Pesquisas sobre adultos em coma mostraram que a presença de outra pessoa no quarto melhora significativamente a frequência e o ritmo dos batimentos do coração e a pressão arterial. Parece razoável supor que crianças e bebés também desfrutem desses benefícios se dormirem com outras pessoas no quarto.

10. Uma criança que é igualmente cuidada de noite e de dia recebe confirmação constante de amor e apoio, em vez de precisar lidar com o medo, raiva e sentimento de abandono noite após noite. Crianças que se sentiram seguras dia e noite ao lado de uma mãe ou de um pai amoroso irão se tornar adultos que lidam melhor com as tensões inevitáveis da vida. Como John Holt afirmou com eloquência, ter o sentimento de amor e segurança no início da vida, em vez de “estragar com mimos” uma criança, é como “dinheiro no banco”: um fundo de confiança, auto-estima e segurança interior a que a criança pode recorrer para enfrentar os desafios da vida.

Painéis 'Guerra e Paz', de Portinari, estão expostos em São Paulo

Guerra e Paz (Foto: Reprodução Rede Globo)Por quatro meses, restauradores recuperaram cores e detalhes da obra mais importante de Portinari. "Guerra e Paz" sofria com a exposição à luz, diante de vidraças enormes na sede da ONU em Nova York.


O público paulista terá a oportunidade de apreciar, a partir desta semana, os painéis Guerra e Paz, pintados por Candido Portinari entre 1952 e 1956, que durante mais de 50 anos ficaram na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York. A obra foi doada à ONU pelo governo brasileiro.
 
A exposição ficará aberta até o dia 21 de fevereiro, no Memorial da América Latina, em São Paulo, com patrocínio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Os painéis foram trazidos ao Brasil em 2010 pela Associação Cultural Candido Portinari, também apoiada pelo banco, para serem restaurados. A ação envolveu o governo brasileiro, por meio do Itamaraty.
 
Segundo a assessoria de imprensa do BNDES, a mostra em São Paulo será a primeira depois da restauração completa da obra, feita no Rio de Janeiro, no ano passado. Após serem expostos durante 12 dias, em dezembro de 2010, no Theatro Municipal do Rio, para cerca de 40 mil pessoas, os painéis foram restaurados em um ateliê aberto ao público, no Palácio Gustavo Capanema, atraindo cerca de 6 mil visitantes durante os quatro meses do trabalho.
 
A exposição poderá ser vista também em Brasília, Paris (França), Hiroshima (Japão), Genebra (Suíça) e Oslo (Noruega). Os painéis voltarão ao Rio de Janeiro antes de serem devolvidos à ONU. Está prevista ainda uma mostra no Museu de Arte Moderna de Nova York. (Agência Brasil)

Pré Anuncio sobre a exposição:




Fontes:
http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2012/02/paineis-restaurados-de-portinari-sao-expostos-em-sao-paulo.html
http://www.aredacao.com.br/noticia.php?noticias=8298

Leia trecho do livro de contos “100 Mágoas” lançado recentemente na Alemanha

Open publication - Free publishing

100 Mágoas-Rodrigo Ciríaco 

100 MÁGOAS CAPA
Escritor da zona leste de São Paulo lança o livro 100 Mágoas e marca fase madura de sua carreira

A literatura não tem fronteiras, e uma das provas disso, é o lançamento do livro “100 mágoas” em Berlim.
Rodrigo Ciríaco, o autor, é educador da rede pública em São Paulo, e faz parte do time de escritores da intitulada literatura periférica.
Morador da zona oeste de São Paulo, foi até a europa para lançar no dia 12 de janeiro sua obra que é um mosaico de várias histórias que abordam a problemática política e social. Mas fugindo do “mais do mesmo”, o livro traz tensões conjugais e emocionais. Com prefácio de Marcelino Freire e orelha de Érica Peçanha, o projeto gráfico contou com Silvana Martins.
Lançamento do livro "100 Mágoas" em Berlim
Ciríaco em "A Livraria" - Foto de Brunela Succis

O evento aconteceu na “A Livraria”, um espaço especializado em literatura afro-luso-brasileira e que já recebeu nomes da literatura brasileira como Marcos Lopes, Ruy Castro, Ignácio de Loyola Brandão, João Ubaldo Ribeiro e o veterano da cena contemporânea, Ferréz.
Sobre o autor
Ciríaco, já escreveu o livro de contos “Te Pego Lá Fora” (Edições Toró, 2008) e “100 Mágoas” foi lançado, no Brasil, em dezembro de 2011também fez parte da coletânea de contos “Je suis favela” (Editora Anacoana, 2011) lançada na França.
Fontes:
http://catracalivre.folha.uol.com.br/2012/02/leia-trecho-do-livro-de-contos-100-magoas-lancado-recentemente-na-alemanha/
http://www.rapnacional.com.br/2010/index.php/literatura-marginal-2/rodrigo-ciriaco-lanca-hoje-o-livro-100-magoas/

#falasério


 As pessoas falam o que querem, te tratam como lixo e ainda quer que você corra atrás!.. afff tudo tem limite, haja coração eim!