Luxo no improviso

Em vez de louças de porcelana e taças de cristal, fundos de garrafa pet, potinhos de geleia e caixas de ovos dão o clima de um encontro descontraído entre amigos

Repórter de imagem Camile Comandini Fotos Rogério Voltan
Faça amarrações de fitas e retalhos de tecidos em garrafas vazias e pendure-as longe das áreas de circulação

Fotos Rogério VoltanAs mulheres vão se lembrar da infância e das brincadeiras com bonecas, os homens, talvez de uma aula de artes no colégio. O certo é que uma recepção organizada só com embalagens reaproveitadas vai gerar assunto para a festa toda, até o último convidado. Para que o encontro fique perfeito, faça uma busca nos armários e nas prateleiras da despensa e separe todos os vidros e tampas disponíveis. Vale consultar os amigos mais próximos para arrecadar mais recipientes. 

Se você tem filhos, sobrinhos e afilhados, junte copinhos de iogurte para uma luminária de efeito. Só é preciso fazer furinhos no fundo e encaixar as minilâmpadas de um pisca-pisca. A instalação não passará despercebida no corrimão da sala. Mas dá para variar e instalá-la na porta de entrada, no lustre sobre a mesa da comilança ou até em alguma arvoreta na varanda. Em vez de vasos transparentes, os frascos de perfume darão o tom dos arranjos de mesa. Use flores simples, como cravínias, lisiantos e astromélias em cores que vão de acordo com o restante da decô. 

O menu deve ser fácil, mas charmoso. A chef Renata Vanzetto, do restaurante Marakuthai, sugere opções simples e saborosas, que podem ser apreciadas sem frescuras. No lugar dos bowls, use fundos de garrafa pet para servir a soja com curry e uma saladinha de quinua. Essas embalagens servem tanto para porções individuais como coletivas, caso do palmito pupunha assado e do patê de coalhada seca. As caixas de ovos também entram na organização das entradas. Use-as para acomodar tomatinhos cereja, acompanhados de um pesto de manjericão com castanha-do-pará.
 
Os potes de geleia viram copos com uma pequena mudança no visual. Ganharam canudinhos e rótulos de papel kraft, arrematados com fitas. Para os convidados, sobra a deliciosa tarefa de escrever seus nomes e personalizar sua bebida
Fotos Rogério VoltanComo o clima da reunião é descontraído, dá para pendurar garrafas e ressaltar o tema da festa. Use-as ainda com refrescos. Os potinhos de geleia têm duplo uso: enquanto suas tampinhas xadrezes de vermelho e branco são usadas como porta-copos, seus recipientes transformam-se em copos, com canudinhos e novos rótulos, feitos de papel kraft, para escrever o nome do convidado. A amarração da fita é livre, assim como este encontro que promete ficar para a história.


Fotos Rogério Voltan
Na mesa principal, os fundos de garrafa pet comportam as sugestões da chef Renata Vanzetto, do restaurante Marakuthai: pupunha assado, patê de coalhada seca, saladinha de quinua e soja com curry. Os tomatinhos cereja foram acomodados em caixas de ovos e acompanham o pesto de manjericão com castanha-do-pará. Por fim, o ganache de chocolate com morangos orgânicos, disposto em potinhos de papinha de bebê, adoça o restinho da festa. Bandeja de melamina, da Coisas da Doris, R$ 75, toalha de mesa, R$ 224, e guardanapo, R$ 12, ambos da Roupa de Mesa.

Receitas:
Por Renata Vanzetto, chef do Marakuthai 
Pupunha assado 
Ingredientes 

4 miolos de palmito pupunha 
2 colheres de azeite 
100 g de parmesão 
salsinha, sálvia, alecrim e tomilho 
pimenta-do-reino 
sal
Modo de preparo
Asse o palmito pupunha com azeite e todos os temperos por uma hora e depois corte-o em cubos. Com a ajuda de um descascador de legumes, tire lascas do parmesão e jogue sobre o palmito. Depois é só servir com palitinhos.  Rendimento: 4 pessoas. 
Ganache de chocolate com morangos orgânicos 
Ingredientes 

200 g de chocolate meio amargo 
200 g de chocolate ao leite 
200 ml de creme de leite 
1 caixa de morangos orgânicos 

Tempo de preparo
Em banho-maria, derreta os chocolates e acrescente o creme de leite. Coloque a mistura em copinhos e leve para gelar. Na hora de servir, acrescente os morangos cortados em quatro. 
Rendimento: 4 unidades. 

Fotos Rogério Voltan
O que restou do perfume foi só a embalagem? Ótimo! Os frascos reunidos seguramente chamam mais atenção que vasos comuns com flores – na foto, cravínea branca e lisianto rosa. Estão sobre bandeja de metal da Coisas da Doris, R$ 118
Fotos Rogério Voltan
A luminária, feita com pisca-pisca e potinhos de iogurte, realça o corrimão da escada
Fotos Rogério Voltan
As tampas das geleias agora são porta-copos. O suco de capim-santo com gengibre e limão foi parar na garrafa de vidro, da Coisas da Doris, R$ 36. Mas até mesmo os modelos de vinho comportam a bebida refrescante. Toalha da Roupa de Mesa, R$ 176

Japoneses lançam o smartphone mais fino do mundo


Marta PreussPara o TechTudo
Se você gosta de tecnologia, mas acha os gadgets grandes demais para seu bolso, vai gostar de conhecer o novo smartphone japonês MEDIAS N-04C.
Com apenas tem apenas 7,7mm de espessura o celular deixa seus concorrentes parecerem mais “gordinhos”. Como base de comparação, o iPhone 4, que era um dos smartphones mais finos até agora, tem 9,3mm. O Xperia Galaxy S II tinha apenas 8,49mm e já ficou pra trás.
Mas não pense que o gadget é medíocre por ser magrinho: o smartphone é equipado comAndroid 2.2, receptor de TV e uma tela sensível ao toque de quatro polegadas. Fora todas as maravilhas que só um smartphone pode oferecer como multimedia, internet em qualquer lugar e aplicativos do Android Market.
MEDIAS N-04 (Foto: Reprodução)
MEDIAS N-04 (Foto: Reprodução)O modelo, que estará disponível nas cores branca e preta, tem ainda três botões em sua base e parece fácil de operar graças ao Android 2.2. Além de obviamente leve, com certeza não fará volume em seus bolsos. Só tome cuidado com ele, porque com uma finura dessas o gadget merece todo o carinho do mundo e não deve ser boa ideia esquecê-lo pelos bolsos.
A pergunta que não quer calar é: pra onde foi a bateria? Temos certeza que seria um prazer desmontar o pequeno celular para ver seus componentes ainda menores e sua arquitetura genial a ponto de fazer tudo de um smartphone caber em 7,7mm de espessura.
Agora é só esperar seu lançamento, que pelo visto será logo, logo. Que o smartphone venha o mais rápido possível para o Brasil: o lugar ideal para que ele fique bem escondido em nossos bolsos, sem que bandido nenhum note.

Quatro passos para deixar seu filho mais saudável

2:00 PM, FEVEREIRO 26, 2011 
MARCELA BUSCATO


Quem tem filhos pequenos sabe a batalha diária que é fazê-los comer comida de verdade. Sim, porque salgadinho, bolacha e batata-frita eles não rejeitam nunca. O problema é que as crianças estão comendo tão errado hoje que uma em cada três está acima do peso recomendando pela Organização Mundial da Saúde. As consequências não se resumem a quilinhos a mais. O açúcar e a gordura em abundância, presentes nas comidas processadas, vão se acumulando no sangue e nas artérias. No futuro, podem se transformar em doenças, como diabetes e hipertensão.
Na edição desta semana de ÉPOCA, publicamos um especial de 23 páginas com estratégias para os pais fazerem os filhos se encantar com brócolis e afins. Juro que é possível! Mostramos a história de uma família que conseguiu a proeza. Para ler o especial na íntegra, clique aqui (só para assinantes).
Se você não sabe por onde começar para mudar os hábitos alimentares da sua família, pode colocar esses quatro passos em andamento. O melhor é que dá para começar hoje mesmo. Boa sorte (e bom apetite)!
1) Diminua os petiscos ao alcance das crianças (e do seu também)
Junto com os alimentos prontos para o consumo, como massas e macarrões instantâneos, os petiscos industrializados – biscoitos, bolachas recheadas, salgadinhos, chocolates – são os principais causadores da obesidade infantil. Uma pesquisa realizada por cientistas da Universidade do Norte da Califórnia com mais de 30 mil crianças americanas apontou que 27% das calorias consumidas diariamente vêm de petiscos industrializados. O estudo concluiu que eles roubaram o lugar das refeições de verdade. Nos últimos 30 anos, aumentou mais a ingestão de calorias vindas de produtos industrializados , 168 calorias por dia, do que o total de calorias consumidas em um dia (as refeições diárias ganharam apenas 113 calorias).

Com preços cada vez mais acessíveis, os produtos industrializados entraram no carrinho de supermercado de famílias de todas as classes econômicas. Conquistaram as crianças pelo sabor e os pais pela praticidade. “As mães têm pouco tempo para preparar as refeições porque trabalham fora e perdem horas no trânsito das grandes cidades”, diz a nutricionista Cristina Pereira Gaglianone, pesquisadora da Universidade Federal de São Paulo, atualmente na Universidade Central da Flórida, nos Estados Unidos. Uma pesquisa da Universidade de Washington e da Universidade Cornell, nos Estados Unidos, mostra que há uma relação entre o número de horas trabalhadas pela mãe e o peso dos filhos. Para cada 5,3 meses em que mãe trabalhou fora de casa, o índice de massa corporal da criança aumentou 10%.
A solução não é abolir os petiscos e alimentos industrializados da dieta. As guloseimas podem se tornar um agrado às crianças apenas nos fins de semana, já que proibi-las totalmente pode incentivar o consumo longe das vistas – e do controle – dos pais. Para garantir pratos mais saudáveis à mesa, a mãe também não precisa abdicar do trabalho. Legumes e verduras comprados em supermercados já limpos e fatiados são uma boa opção para facilitar a vida dos pais que passam muito tempo fora de casa.
2) Faça seu filho gastar calorias
O estilo de vida que aumentou o consumo de petiscos e produtos industrializados também tornou as crianças mais sedentárias. Com a urbanização, brincar de empinar pipa, de esconder e de jogar bola no meio da rua virou um risco, tanto por causa do movimento dos carros quanto pela violência urbana. Os pais que trabalham fora se sentem mais seguros ao deixar os filhos brincando dentro do apartamento, entretidos com o computador, videogame e televisão. Um levantamento do IBGE mostra que 48% das crianças de 0 a 9 anos assistem a mais de 3 horas de televisão diárias. Quase 20% afirmam usar frequentemente o computador e jogar videogame. Uma pesquisa encomendada por um canal infantil a cabo revelou que 87% das crianças entrevistadas disseram preferir jogar futebol pelo videogame a enfrentar outros jogadores de carne e osso. O problema é que a combinação da alimentação altamente calórica com pouca atividade física é desastrosa para a saúde das crianças. Ela se transforma em quilos e saúde de menos.

Praticar esportes na escola, no clube ou em centros mantidos pelas prefeituras ou pelos Estados é uma boa alternativa para garantir que as crianças gastem as calorias que consomem e ainda desenvolvam habilidades sociais e motoras. Tudo isso com a vantagem de estar sob a supervisão de adultos. Cada modalidade desenvolve mais ou menos um desses aspectos. Por isso, antes de soltar as crianças nas quadras ou nas piscinas, é preciso verificar qual esporte pode trazer mais benefícios para a faixa etária do seu filho e qual é a dose recomendada de atividade física para aquela idade.
3) Coloque os pequenos mais cedo na cama
Um estudo feito pela Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, reuniu evidências de que as crianças que dormem menos de sete horas por dia têm quatro vezes mais chances de ficarem obesas. “Cada hora a menos de sono aumenta entre 15% e 20% o risco de obesidade”, afirma o neurologista Walter Moraes, pesquisador da Unifesp que estuda a relação entre obesidade e sono. Isso acontece porque a privação do sono aumenta a ação de hormônios que estimulam a fome, como a grelina, e diminui a produção de leptina, uma substância ligada à sensação de saciedade. O objetivo dessas alterações bioquímicas é avisar para o corpo que precisamos consumir energia já que estamos acordados. Mas quando essa lógica é alterada, o organismo continua pedindo e armazenando energia que ele não precisa. O resultado é o acúmulo de gordura.

A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda que as crianças entre 3 anos e 5 anos durmam de 11 horas a 12 horas diárias e entre os 6 anos e os 10 anos 10 horas. Uma boa tática para aumentar as horas na cama é diminuir o número de compromissos das crianças durante o dia. Isso faz com que elas tenham mais tempo para se divertir e não percam horas de sono à noite para aproveitar a televisão e o computador.
4) Comece a prevenção desde cedo
Esse é o mais novo mantra dos especialistas. Depois de analisar dados epidemiológicos de milhares de crianças, eles chegaram à conclusão de que quilos a mais nos primeiros anos de vida predizem as chances de obesidade na vida adulta. O pediatra John Harrington, pesquisador da Escola de Medicina da Virginia Oriental, nos Estados Unidos, analisou o desenvolvimento de crianças com 12 anos. Mais de 25% delas já eram obesas com apenas cinco meses. Ao chegar aos 2 anos, eram 50%. Aos 10 anos, 90%.
“Os bebês que se acostumam a comer demais levam esse hábito para o resto da vida”, diz Harrington. “Eles perdem a habilidade de regular a própria ingestão de alimentos porque não aprenderam a respeitar a sensação de saciedade.” Esse aprendizado começa logo após o nascimento. Quando os bebês mamam no peito, são eles que dizem quanto é o suficiente. Pular essa etapa e ir direto para a mamadeira seria uma péssima porque o controle sobre a ingestão do leite passa do bebê para a mãe – que, invariavelmente, quer ver o fundo da mamadeira vazio. A Organização Mundial da Saúde recomenda que até os seis meses a única fonte de alimentação dos bebês seja o leite materno. Após os seis meses, as mães podem começar a introduzir alimentos sólidos e manter o a amamentação como complemento.

A amamentação ainda tem uma influência importante na formação do paladar das crianças. Os sabores dos alimentos ingeridos pela mãe passam para os recém-nascidos por meio do leite. Quanto mais diversificada for a alimentação materna, maior é o número de sabores com as quais o bebê vai se acostumar. Como todos nascemos com o reflexo de rejeitar gostos que não conhecemos – um mecanismo chamado neofobia (medo do novo) – o contato com sabores diferentes por meio do leite da mãe faz com que a criança aceite melhor a introdução de frutas, verduras e legumes depois dos seis meses, quando deve começar a alimentação sólida.
“O gosto desses alimentos, geralmente azedos e com um leve amargor não estão entre os favoritos das crianças”, diz a bióloga Julie Monella, pesquisadora do Monell Chemical Center, nos Estados Unidos. “Ao longo da evolução, aprendemos que esses sabores estão presentes em alimentos que podem fazer mal. Foi uma estratégia inteligente da natureza para diminuir os riscos de envenenamento”. O trabalho de Julie ganhou notoriedade por mostrar que até o líquido amniótico pode ajudar a programar a preferência dos bebês a certos sabores.
As mães que não gostam de frutas e verduras e deixaram esses alimentos de lado durante a gravidez e a amamentação podem esperar um comportamento semelhante dos filhos. “Como o grau de rejeição a novos sabores tem um componente genético, é provável que o filho apresente a mesma aversão por certos gostos que a mãe”, diz a psicóloga Lucy Cooke, pesquisadora da Universidade College London, na Inglaterra. Mas elas não precisam se sentir culpadas. É possível fazer com que as crianças aprendem a gostar de todos os sabores ao oferecer repetidamente os alimentos, mesmo aqueles recusados. “A influência das experiências pode reverter essa programação genética”, afirma Lucy. Estudos sugerem que as crianças podem ser expostas até oito vezes ao alimento para que se acostumem ao gosto. Por isso, nada de desistir frente a caras feitas e até a cuspidas. “Persistência é vital”, diz Lucy.
Nós do Mulher 7×7 estamos sempre atentas a nova estratégias para colocar a criançada na linha à mesa. Leia nossos outros post sobre o assunto:

Drenagem Linfática

Por Cássia A J Silva
Espero que gostem desses vídeos, eu já estou praticando, o essencial é de ao menos uma vez na semana você ter esse cuidado para com seu corpo e saúde. E como amiga e parceira procurei os mais objetivos e de fácil entendimento somente pra você!
Aprenda técnicas de massagem modeladora e drenagem linfática

Drenagem linfática manual

Drenagem Linfática Facial


E FIKA A DIKA:
Como saber se a drenagem linfática está "funcionando"?
E Aprenda a fazer uma boa limpeza de pele.

Cintos de carro têm novo uso

Site sugere acessórios feitos com materiais inusitados como o item de segurança para carro ou partes de uma bicicleta

Foto: Instructables
Acessório feito com cinto de segurança de carro (Foto: Instructables)
Reutilizar materiais e dar usos inusitados aos acessórios tradicionais é sempre bom para quem quer um toque descontraído na produção. Você já viu aqui bijoux feitas com bonecas Barbie,revistas antigas transformadas em buttons e até uma bolsa feita com a combinação de terno e camisa. Com a ideia de reciclar itens que iriam para o lixo, o site Instructables oferece uma série de possibilidades – sugeridas, muitas vezes, pelos próprios internautas – para que você crie o seu próprio cinto usando materiais que tem em casa.
Entre as dicas para um look mais irreverente, o endereço mostra como transformar cintos de segurança de dois pontos em acessório de moda. Basta medir as duas partes do item na sua cintura e costurá-las de forma que seja possível regular o tamanho.
Foto: Instructables
Cinto feito com peças de bicicleta (Foto: Instructables)
Foto: Instructables
Outro modelo que leva partes de uma bike (Foto: Instructables)
Foto: InstructablesAlém do cinto de segurança, o site mostra itens feitos com partes de bicicletas – desde a corrente até o próprio pneu – e outro composto por cabos de internet. Será que a moda pega?

Cinto de cabos de internet (Foto: Instructables)

Seja Voluntário: O que é ser Voluntário

Ser voluntário é doar seu tempo, trabalho e talento  para causas de interesse social e comunitário e com isso melhorar a qualidade de vida da comunidade.

Existem diversas formas e oportunidades de participação, presencialmente ou à distância:

 Realizando ações individuais - Por exemplo: profissionais liberais (médicos, advogados etc.) que atendem a uma organização social ou pessoas carentes, ou outras iniciativas como estimular matrículas de crianças em escolas, alfabetizar adultos, doar sangue, dar aulas de artesanato, incentivar a coleta seletiva de lixo.
 Participando de campanhas - Por exemplo: as campanhas de doação de sangue, de coleta de livros, de brinquedos, de alimentos, de reciclagem de lixo, do trote cidadão, pela paz, pelo voto consciente, entre outras.
 Juntando-se a grupos comunitários - Apoiar a escola pública local, a associação de moradores ou atuando em alguma necessidade específica da comunidade como urbanização, saneamento e saúde, etc.
 Trabalhando em Organizações Sociais - que atuam em diferentes causas e oferecem inúmeras oportunidades nas áreas da saúde, assistência social, educação, cidadania, cultura, meio ambiente.
» Clique aqui para fazer uma busca nas organizações sociais
 Participando de Projetos Públicos - Trabalhando junto às diversas secretarias municipais e estaduais que visam à melhoria da cidade e das condições de vida da comunidade.
 Sendo Voluntário em Escolas - Procurar alguma escola pública ou particular. Participar da Associação de Pais e Mestres da escola de seus filhos ou de outros projetos ligados ao voluntariado, por exemplo, Escola da Família que funciona nos finais de semana em todo o Estado de São Paulo.


http://www.voluntariado.org.br/seja_voluntario/o_que_e.htm

Livro que influenciou Borges e toda a vanguarda argentina chega ao Brasil

DANIEL BENEVIDES
Colaboração para o UOL
Capa de
Capa de "Museu do Romance da Eterna", de Macedonio Fernández
Macedonio Fernandez é certamente um dos casos mais curiosos da literatura mundial. Original ao extremo, sua obra é impossível de ser classificada e no entanto é concretamente um ponto de partida para tudo o que se escreveu de mais ousado e criativo na Argentina, a começar por Borges, que era seu maior admirador e amigo constante.
Este "Museu do Romance da Eterna" em particular, publicado pela primeira vez quinze anos após a morte de Macedonio (1874-1952), é um caso muito especial de livro igual a nenhum outro, completamente diferente de tudo o que se lera antes ou mesmo depois; tão único, na verdade, que foi escrito com a intenção de nunca realmente ser lido -- “sua” grandes aspiração era permanecer inédito, à maneira dos textos de Kafka, que nunca foram queimados, a despeito de sua vontade.
O  formato mesmo já o denuncia: o “romance” propriamente dito só começa no meio do livro, depois de uma série de prólogos que parecem querer protelar a trama ao limite da inexistência. E, no entanto, Macedonio não deixa claro se esses textos digressivos, que preparam o leitor na mesma medida em que lançam dúvidas que podem ou não ser respondidas, não seriam já parte essencial da “trama” (as aspas são necessárias, pois não há nada de convencional no livro, nada que possa ser encaixado em conceitos a que estamos acostumados).
Na verdade, os prólogos são talvez a parte mais divertida desse Museu tão visitado por escritores como Cortázar ou Ricardo Piglia, ou mesmo mais novos, como Roberto Bolaño, Enrique Vila-Matas e Alan Pauls, diretamente influenciados de uma maneira ou outra por Macedonio. É onde o autor, que escrevia obsessivamente em pequenos papeis, os quais ia acumulando em gavetas e potes, apresenta sua inusitada filosofia e teoria estética ao leitor; mais que isso, como nota Piglia num de seus muitos textos sobre Macedonio (e até mesmo um romance, “Cidade Ausente”, no qual Fernandéz figura como personagem), busca definir o que é o leitor, fazendo “uma espécie de zoologia ou botânica irreal que identifica gêneros e tipos de leitores na selva da literatura”.
Assim, há o “leitor salteado”, o “seguido”, o “incomodado”, o leitor “mínimo”, o “não-conseguido”, o “leitor de desenlaces” e outros. Ao “salteado”, ou seja, aquele que lê pulando trechos e páginas inteiras, adverte, com seu típico racionalismo irreverente, não distante do tom a um só tempo desconcertante e “piscador-de-olho” de um Lewis Carroll: “o livro é tão cheio de valas, que não há alternativa senão lê-lo seguido, para manter a leitura desunida”.
Essa lógica na contramão do realismo, que subverte a todo instante a expectativa mesma que se tem diante de um livro, está em cada milímetro das vigas e colunas que sustentam o Museu de Macedonio e seus labirintos. É mais radical do que Borges faria depois. Não há concessões. Mas, curiosamente, ao mesmo tempo o diálogo com o leitor é permanente – diálogo mesmo, como se conversasse (Borges,mais uma vez, dizia que a melhor obra de Macedonio estava em suas conversas).
  • Reprodução
    O escritor argentino Macedonio Fernández
E não só com o leitor, mas também com os personagens – e consigo mesmo. Todos: autor, leitor e personagens, fazem parte do “romance”, colocado no livro como um lugar, uma “estância” na qual vivem juntos, conversam, tomam chá e disputam jogos amorosos e meta-linguísticos. Quando vão à cidade – Buenos Aires – saem do romance e entram na realidade, aquela que o autor repudia com veemência: “a verdade de vida, a cópia de vida, é o que abomino”.
Eterna, Presidente, Deumamor, Doce-Pessoa, Simples, Pai, Quiçagênio são os nomes dos estranhos personagens, que nem sempre sabem o que querem, o que fazem, nem mesmo se existem, ou se desejam continuar no “romance”. Há também o personagem ausente, ou “o homem que fingia viver”, o “Viajante”, que só aparece nos finais dos capítulos para dizer que está de saída, e personagens desprezados, que gostariam de constar do livro, mas não são aceitos.
No fim, o grande personagem é o próprio Macedônio, louco lúcido, marginal central, anônimo idolatrado. Que talvez em nenhum lugar tenha sido mais atenciosamente editado que no Brasil. Além da excelente tradução de Gênese Andrade (nome que poderia constar no “romance”), a edição, a cargo da equipe do também escritor Emílio Fraia, é de um apuro e originalidade exemplares. Não há – com uma única exceção, devidamente explicada pelo autor – nenhuma página em branco (as quais Macedonio repudia como falsas, num de seus 60 prólogos). O texto preenche as próprias capas, e o corte das páginas é irregular, lembrando os pedaços de papel soltos em que o autor escrevia. E há todo um cuidado com típos, créditos, cores e numerações de páginas, além do ótimo prefácio de Damián Tabaróvsky. Um belíssimo livro, inacabado, feito de “retalhos, desvios, digressões”... Mas que resulta tão bem acabado. 

Un papa americano

Persistência


Por: Raúl Candeloro
Colaboração Ir.: Jaime Balbino de Oliveira 
Você, às vezes, se sente perdido, sem forças para lutar?
Seus alvos parecem distantes ou desfocados demais? 
Recentemente li um texto de Les Brown, palestrante americano, 
que fala justamente sobre esses momentos em nossas vidas. 
Para Les Brown, existem três tipos de pessoas. 
Há o vencedor, que sabe o que quer e conhece
 seu potencial e suas possibilidades. 
Ele toma as rédeas de sua vida. 
O segundo tipo é o perdedor, que não tem a menor idéia de quem é.
 Ele age como naquela famosa canção:
 “...deixa a vida me levar... vida leva eu!”.
 São as circunstâncias que moldam sua vida e sua imagem. 
E há ainda um terceiro tipo. É o vencedor em potencial, 
cuja vida vai correndo sem propósito.
 Brown o chama de vencedor inconstante.
 Ele apenas precisa aprender a ser um vencedor de verdade. 
Talvez a vida tenha lhe pregado uma peça ou duas e ele 
está temporariamente “fechado para balanço”. 
Um relacionamento que não deu certo, 
um emprego perdido, problemas financeiros, metas não alcançadas,
 a falta de apoio dos pais, uma doença – muitas coisas
 podem nos tirar do rumo temporariamente. 
Vencedores inconstantes apenas precisam de ajuda, 
treinamento e incentivo para voltarem novamente ao caminho certo.
 Agora mesmo, tem um punhado deles lá fora 
enfrentando ventos e tempestades, 
porque ainda acreditam em seus talentos inexplorados. 
Eles vão a seminários, escutam fitas motivacionais e mergulham 
fundo, acreditando que cedo ou tarde encontrarão o rumo. 
Outros vencedores inconstantes desistiram temporariamente. 
Estão machucados e desorientados, 
sua autoconfiança está danificada. 
Seus amigos e parentes tentam entender por que pessoas 
com tantos talentos e potencial podem estar assim. 
É difícil para quem está de fora entender a dor de um coração 
magoado ou a sensação de vazio de um ser sem um rumo certo.
 Mas, a verdade é que vencedores inconstantes 
sabem que existem oportunidades lá fora, só que, muitas vezes, 
sentem se trancados dentro de seus “refúgios”. 
Muitos têm medo de arriscar porque já perderam demais. 
Acontece que é preciso continuar tentando. 
Mesmo que você tenha sido machucado 
alguma vez, esse é o único caminho para o crescimento. 
Todos temos a capacidade  de mudar,
 de levarmos vidas produtivas e com sentido. 
Basta acordarmos. 
Mudar sua vida e seu rumo não é nada fácil.
 Então fortaleça-se e estará apto para fazê-lo. 
Quando você senta em seu lugar num avião, 
qual é a primeira coisa que lhe pedem para fazer?
 Apertar o cinto. Proteja-se das turbulências.
 Pois, quando você decidir dar um passo a uma realização,
 deve atar seu cinto espiritual e mental, porque 
haverá um espaço de tempo até alcançar um nível 
de conforto e segurança. 
Você vai alcançá-lo, não tenho dúvida disso – mas 
tem de resistir à turbulência da mudança para conseguir crescer. 
O autor ainda sugere uma técnica para passar pelas dificuldades da
 mudança e do crescimento: encontre pelo menos quatro razões 
porque não deve sucumbir aos medos e problemas. 
Procure aquelas fontes profundas de motivação que podem 
levá-lo através da turbulência e acima das nuvens. 
Por exemplo, você deve mudar sua vida porque certamente: 
• Ainda não explorou todos os talentos que tem.  
• Quer deixar algo a mais aos seus filhos.  
• Quer viver sua vida, e não deixar a vida levá-lo.  
• Quer fazer o que o deixa feliz. 
São esses momentos de "pedreira", de mudança de vida 
que o farão descobrir quem você realmente é. 
E, nos tempos de fartura, poderá se orgulhar
 do que conseguiu construir.
 Nos tempos de dureza, você fortalece seu coração. 
E então alcança o controle próprio
 e uma expansão de sua consciência
 como força maior para sua vida pessoal e profissional.
http://www.cavaleirosdaluz18.com.br/mensagens/Persist%C3%AAncia.pdf

*Ronaldo Fenômeno*

Melhores momentos de Ronaldo!


Despedida Oficial


A despedida de Ronaldo FENOMENO 14/02/2011 - INTEGRA

Os Benefícios de Beijar

por Kristi Sandlin

Se os olhos são os portais da alma, então os lábios são o caminho da mente. Nós reagimos aos pensamentos com um sorriso, a um amor expresso com as palavras e às intenções com um beijo.

Um beijo pode dizer muitas coisas que são difíceis de colocar em palavras. "Beijar é uma arte e uma expressão altamente individual e pessoal da afeição e do amor".
Um beijo é geralmente a primeira vez que dois povos têm um contato próximo um com o outro. Uma fonte anônima no "Livro dos Beijos" por William Bastão descreve um beijo como algo que você não pode dar sem fazer exame, e não pode fazer exame sem dar. Uma outra fonte anônima diz que você não deve esperar para conhecer melhor alguém antes de beijá-la, você deve beijá-la primeiramente para depois então você conhecê-la melhor.

A beleza do beijo é que traduz cada língua e religião. Jr. de Vaughn Bryant, professor do departamento de antropologia no Texas A&M, dita que o primeiro beijo erótico foi trocado aproximadamente 1500 A.C. na Índia. Antes desse tempo não há nenhuma evidência (tabuletas de argila, pinturas da caverna ou registros escritos) que indique o histórico do beijo. Bryant disse também que o ato de friccionar e pressionr os narizes e a troca das línguas entre amantes, se popularizou aproximadamente em 1500 A.C.

Foram os Romanos que descobriram o beijo. Os Romanos beijavam-se cumprimentado uns aos outros, beijavam as vestes e os anéis de seus líderes e estátuas dos deuses mostrando sua submissão e respeito.
É um fato científico que beijar estimula nosso cérebro a produzir o oxytocin, um hormônio que nos dá aquela ótima sensação que sentimos ao beijar.
Sabe-se também que a química provocada faz com que um beijo alerte outro. Quando nós beijamos, os interiores de nossas bocas e as bordas de nossos lábios produzem uma substânciaquímica que aclama para mais beijos.
Um estudo em 1997 na universidade de Princeton concluiu que nossos cérebros estão equipados com os neurônios que nos ajudam a encontrar os lábios de nossos amantes no escuro. Não é nenhuma novidade que muitos casais apreciam se beijar em um teatro escuro.
Os médicos e os psicólogos alemães concluíram que aqueles que beijam, faltam menos ao trabalho por motivo de doença do que aqueles que não beijam. Aqueles que beijam, também sofrem menos acidentes no trabalho, ganham 20 a 30 por cento a mais e vivem aproximadamente cinco anos a mais.
O Dr. Arthur Sazbo, um psicólogo alemão, diz que a razão desta ótima fortuna é a energia positiva que o beijo passa para aqueles que beijam no começo do dia. Consequentemente, se você quiser ter mais dias felizes, saudáveis, ser bem sucedido, e viver mais, você deve beijar o seu amor antes que você vá trabalhar, todos os dias.

Brigadeirão infalível


Sabe aquele brigadeirão que sempre dá certo? Esta aqui é a receita



ingredientes


  • 1 lata de leite condensado
  • 1 lata de creme de leite sem soro
  • 1 xícara (chá) de chocolate em pó (ou achocolatado)
  • 4 colheres (sopa) de açúcar
  • 1 colher (sopa) de manteiga em temperatura ambiente
  • 3 ovos
  • manteiga para untar
  • 1 xícara (chá) de chocolate granulado para decorar

modo de preparo


Bata no liquidificador os ovos, o leite condensado, o creme de leite, o chocolate em pó, o açúcar e a manteiga. Quando ficar homogêneo, despeje em uma forma com furo central (19cm de diâmetro) untada com manteiga.
Cubra com papel alumínio e asse em banho-maria em forno médio (180°C) por cerca de 1 hora e 30 minutos. Desenforme ainda morno e decore toda a superfície com o chocolate granulado. Leve à geladeira por cerca de 6 horas.

Para fazer no micro-ondas

Prepare o Brigadeirão como no modo de preparo convencional. Leve ao microondas por cerca de 8 minutos na potência alta. Desenforme ainda morno e decore toda a superfície com o chocolate granulado. Leve à geladeira por cerca de 6 horas.

Dica

Dependendo do micro-ondas, a potência pode ficar um pouco fraca, por isso nem sempre cozinha perfeitamente e sobra um caldo no fundo. Para resolver, após os 8 minutos habituais, você pode ir deixar mais 1ou 2 minutos no microondas pra terminar o cozimento. Basta olhar nestes intervalos pra ver se o fundo esta mais cozido. Se quiser, deixe também o brigadeirão descansando no micro-ondas desligado por mais uns minutinhos para terminar o cozimento.